Lembram-se da novela envolvendo a temida atualização KB2823324 do Windows 7? Pois finalmente a Microsoft, depois de reconhecer a falha, divulgou uma nova atualização livre de bugs.
Existem alguns momentos na vida em que temos a oportunidade de acompanhar coisas extraordinárias, presenciar um salto na evolução tecnológica. E foi exatamente isso o que aconteceu quando a MakerBot Replicator 2 chegou à NZN.
Agora que a Microsoft está prestes a revelar a versão seguinte do Windows 8, também conhecida como Windows Blue, informações sobre o sistema operacional começaram a aparecer na internet.
O Facebook anunciou nesta quinta-feira (4) uma nova plataforma para os celulares equipados com o sistema operacional Android, do Google. Chamada "Home"
Recentemente, a Google disparou através do Twitter oficial do Project Glass uma série de mensagens para desqualificar alguns participantes do concurso que vai selecionar pessoas dedicadas para testar o gadget.
A Nokia deve conduzir um evento especial para o Lumia no dia 14 de maio, em Londres. O anúncio se deu por meio de um convite enviado a membros da imprensa, no qual a companhia finlandesa estampou um “Veja o que virá em seguida”. Já a menção indireta continua com a frase “A história do Nokia Lumia deve continuar”.
Embora a natureza exata dos anúncios para o evento ainda seja desconhecida, a referência à marca sugere que se trata mesmo de um novo smartphone. De fato, imagens do suposto Lumia com carcaça de alumínio — apelidado de “Catwalk” — emergiram recentemente na internet... O que, sem dúvida, pode ser uma boa aposta.
Além disso, a empresa trabalha também em uma linha de tablets movidos a Windows, embora uma associação com a marca Lumia pareça pouco provável. A Nokia também trabalha atualmente em vários gadgets movidos a Windows Phone, os quais tem lançamento previsto para algum momento de 2013.
Lembram-se da novela envolvendo a temida atualização KB2823324 do Windows 7? Pois finalmente a Microsoft, depois de reconhecer a falha, divulgou uma nova atualização livre de bugs. De acordo com a companhia, um erro de segurança no driver “ntfs.sys” também foi corrigido. E não se preocupe: a nova atualização KB2840149 vai ser instalada automaticamente pelo seu Windows Update.
Em nota, Dustin Childs, gerente de grupo da Microsoft, escreveu: “Conforme discutido anteriormente, interrompemos a distribuição desta atualização [KB2823324] assim que soubemos dos problemas que os clientes estavam tendo. A nova atualização, KB2840149, ainda trata do problema de segurança de severidade moderada descrito no boletim MS13-036 e não causará os mesmos problemas no computador”.
A empresa afirma também que nenhuma providência precisará ser tomada por quem foi eventualmente afetado pelo defeito do pacote MS13-036. Se você desativou as atualizações automáticas do seu Windows 7, no entanto, realize esta aplicação assim que possível.
Existem alguns momentos na vida em que temos a oportunidade de acompanhar coisas extraordinárias, presenciar um salto na evolução tecnológica. E foi exatamente isso o que aconteceu quando a MakerBot Replicator 2 chegou à NZN.
A princípio, o objeto não chamou muito a atenção, pois de longe tudo o que se podia ver era uma caixa preta, com alguns poucos fios conectados.
Quando a impressora finalmente foi montada e colocada na mesa, mais olhos tentavam perceber que objeto era aquele. Quando ela finalmente começou a imprimir o seu primeiro objeto, uma multidão já se aglomerava em torno dela para ver a imagem de um pequeno tubarão se formando pouco a pouco.
É esse tipo de momento que faz você pensar: “Eu estou vivendo no futuro”.
Descobrindo a novidade
Não que as impressoras 3D sejam exatamente uma novidade; elas já estão no mercado há um bom tempo. Entretanto, somente agora é que o custo desse tipo de equipamento chegou a um patamar acessível ao grande público. E grande parte dessa popularização se deu graças à MakerBot, uma empresa americana com sede no Brooklin, em Nova York, fundada em 2009.
O primeiro modelo lançado pela empresa foi a Cupcake CNC, comercializada como um kit para que os usuários montassem tudo a partir do zero. Por ser um produto de código aberto e possuir uma grande base usuários entusiastas, o projeto cresceu e logo melhorias foram sugeridas e aplicadas ao design.
Depois dela veio a Thing-O-Matic, que era ume versão melhorada da Cupcake, mas ainda distribuída em forma de kits desmontados. Em 2012, a MakerBot decidiu lançar a Replicator. Um modelo muito mais moderno e que já vinha montado de fábrica; a intenção era popularizar ainda mais os produtos.
A Replicator 2 chegou em setembro de 2012, trazendo uma área de impressão maior, mais velocidade e muitas vantagens em relação aos modelos anteriores. A impressora é muito mais amigável ao público em geral: primeiro porque não é mais preciso montar tudo a partir do zero, e depois porque ela possui um painel de controle — com tela de cristal líquido — que permite o controle total de suas funções, mesmo longe de um computador.
Design elegante
O design da Replicator 2 é bastante refinado; o corpo da impressora é composto por painéis revestidos com aço na cor preta, e a parte interna é iluminada por LEDs, o que proporciona um efeito legal na hora do trabalho.
Diferente dos modelos anteriores em que a base se movimentava para os lados e a extrusora subia para formar as camadas, a Replicator 2 mexe a extrusora nos eixos X e Y enquanto a base principal se move para baixo, no eixo Z.
A montagem da impressora também se mostra muito mais robusta que antes, provando que a MakerBot aprendeu com as experiências anteriores e desenvolveu um produto com mais qualidade e durabilidade.
Para controlar as funções principais do equipamento, a impressora traz uma tela de cristal líquido e um direcional que lembra um controle de video game localizados na parte da frente. Graças a isso, até mesmo quem nunca viu uma impressora 3D na vida consegue navegar pelas opções sem muitos problemas.
Matéria-prima
A matéria-prima utilizada para a impressão dos objetos é o PLA, um tipo de plástico completamente biodegradável e que não produz cheiro forte ou fumaça na hora da impressão.
Segundo a MakerBot, esse tipo de material precisa de menos calor para derreter, fazendo com que a impressora consuma até 32% menos energia e possa criar modelos ainda mais perfeitos, já que esse tipo de plástico se deforma menos no momento da impressão.
O rolo de PLA fica posicionado estrategicamente na parte de trás da impressora e fornece o filamento por uma guia sempre que a extrusora requisita o material.
Modelando os objetos no computador
A impressora traz alguns objetos na memória para que você teste o equipamento sem precisar se preocupar com a instalação de softwares no computador. Contudo, se você quiser criar algo a partir do zero para imprimir, vai precisar aprender a modelar objetos em três dimensões no computador, e é aí que muita gente acaba se assustando.
Blender.
Nesse ponto, a MakerBot não deixa os usuários sozinhos. A empresa oferece uma vasta documentação que sugere uma infinidade de softwares — gratuitos ou não — para que você possa começar a modelar no computador. Pode não ser muito fácil criar tudo no início, mas basta ter um pouco de paciência e em pouco tempo você estará criando obras maravilhosas.
Não quer modelar nada? Tudo bem, acesse o Thingiverse
Se você não sabe, não quer ou não tem tempo para modelar alguma coisa, mas quer imprimir objetos em três dimensões, você pode acessar o Thingiverse. O site foi criado pela MakerBot para reunir arquivos com design digital de objetos. Basta acessar a comunidade, escolher o modelo, baixar e imprimir.
Caso você se sinta inspirado e consiga modelar alguma coisa do zero, pode contribuir com a comunidade do Thingiverse e mandar a sua criação para lá.
Preparando o objeto para a impressão
Assim que você já tem o seu objeto pronto para a impressão, é preciso prepará-lo para isso com o software da impressora. O que esse aplicativo faz é simples: ele calcula as dimensões do objeto e o divide em centenas de camadas.
Para essa finalidade, a MakerBot disponibiliza o MakerWare, um software com uma interface incrivelmente simples que permite que você mova, redimensione e mude algumas características do objeto a ser impresso. Depois, é possível enviar os dados diretamente para a impressora ou para um cartão SD e imprimir.
MakerWare preparando a impressão.
Outro software recomendado pela MakerBot é o ReplicatorG. Esse aplicativo oferece um controle um pouco mais avançado sobre a impressora e os modelos, como a atualização de firmware e teste dos componentes da Replicator 2.
Importante: nenhum desses softwares permite a criação e a modelagem dos objetos, eles servem apenas para o gerenciamento das informações pré-impressão.
A qualidade da impressão, ou resolução, é calculada pela espessura das camadas que compõem a imagem; e a Replicator 2 possui três configurações:
Alta definição: camadas com 100 mícrons de espessura;
Média definição: camadas com 270 mícrons de espessura;
Baixa definição: camadas com 340 mícrons de espessura.
A impressora deposita o material para formar as camadas.
A Replicator 2 também pode criar objetos relativamente grandes. A área total de impressão é de cerca de 6.717 centímetros cúbicos, ou seja, é possível criar modelos com 28,4 x 15,5 x 15,5 centímetros de tamanho.
Como funciona a MakerBot Replicator 2?
O mecanismo da impressora é relativamente simples. Antes de tudo, você encaixa o filamento de PLA na parte de cima da extrusora, que aquece a sua ponta e começa a derreter o plástico.
Extrusora preparando-se para o trabalho.
Para criar os objetos, a extrusora se movimenta nos eixos X e Y, ou seja, na vertical e na horizontal, depositando o plástico derretido na base para formar a primeira camada. Quando essa parte fica pronta, a base movimenta-se para baixo no (eixo Z) o suficiente para que uma nova camada possa ser criada, de acordo com a resolução definida por você no início.
Esse processo se repete até que o objeto fique pronto, o que pode levar poucos minutos para modelos mais simples e até várias horas, como o nosso Lego Darth Vader, que levou aproximadamente 3 horas e 40 minutos para que todas as suas peças fossem concluídas.
No final da impressão, remover os objetos da base exige um pouco de cuidado, pois, dependendo do tamanho, eles podem acabar grudando mais do que deveriam. Nada que prejudique a experiência de uso, no entanto.
E depois de pronto?
Quando a impressão finalmente termina, você pode analisar o objeto de perto e ver como as camadas são formadas. Quanto melhor a resolução escolhida, melhor será a qualidade do objeto final.
Depois de terminar a impressão, também é possível terminar o trabalho com uma pintura personalizada. Com um pouco de prática você logo estará criando action figures melhores que aqueles vendidos por centenas de dólares.
Vale a pena?
Ter uma impressora 3D é essencial para quem adora criar. Além disso, o potencial comercial de um produto assim é muito grande, principalmente para a criação de objetos sob encomenda.
Para essas finalidades, a MakerBot Replicator 2 é uma ótima alternativa. O produto é bem construído e ainda por cima possui um design muito bom, além de o seu uso ser relativamente descomplicado.
Segundo a fabricante, a taxa de manutenção do aparelho é baixa, sendo necessária apenas a substituição de algumas peças durante a vida do equipamento.
Nesse ponto, a MakerBot oferecem um suporte muito bom, com a venda de peças sobressalentes e uma documentação incrivelmente completa, suficiente para acabar com qualquer dúvida.
O preço da Replicator 2 assusta um pouco no início: US$ 2.199 (cerca de R$ 4.400). Adicione a esse valor o frete, os impostos de importação e a matéria-prima, e o investimento pode chegar próximo aos 10 mil reais.
Os rolos de PLA, em diversas cores diferentes.
As impressoras 3D chegaram para ficar, isso é um fato. O mundo está passando por uma revolução no modo como as coisas são fabricadas e, em breve, teremos modelos em todos os lugares, assim como já aconteceu com as impressoras normais.
Nesse ponto, é interessante acompanhar a evolução da MakerBot, desde os primeiros modelos até a Replicator 2, e ver como a companhia cresceu, assim como a qualidade dos seus produtos.
Entre as vantagens, o North Cape aparece com uma bateria com duração de 10 horas, dimensionamento seletivo de imagem e uma forma elegante para desacoplar.
A Intel aproveitou a ocasião da feira Innovation Future Showcase, em Londres, para mostrar mais alguns detalhes do seu laptop de referência para a nova arquitetura de microprocessadores Haswell, o "North Pole". Conforme dito anteriormente, o aparelho híbrido traz uma tela de 13 polegadas com resolução de 1080p, e destina-se, a princípio, apenas a orientar a indústria.
Entre as novidades apresentadas na feira, há a seletividade da imagem exibida na tela do “North Cape”. Conforme apontou o site engadget, ao desacoplar a tela para ganhar a função de tablet, a imagem é encolhida para 11,6 polegadas, a fim de fornecer bordas para facilitar o manuseio.
Além disso, há também um botão elétrico para desatar teclado e tela — sem dúvida uma solução mais elegante do que a maioria do que se vê por aí. O referido site também destacou a qualidade do teclado, algo bastante lógico, considerando-se o critério que deve orientar as compras para a nova tecnologia (a busca de um tablet que possa alternar rapidamente para o formato laptop).
Igualmente impressionante é a autonomia prometida para a bateria: 10 horas. Caso se coloque uma bateria específica para o teclado, esse tempo salta para 13 horas — embora possa se tratar de uma funcionalidades específica para o protótipo.
Antes mesmo das cidades-sede da Copa das Confederações, a capital paulista já conta com a tecnologia de quarta geração.
Os serviços da rede de telefonia móvel de quarta geração (4G) das operadoras Oi e Claro foram iniciados hoje (25) na capital paulista. As cidades que abarcarão a Copa das Confederações vão contar com pré-vendas e ofertas comerciais da nova tecnologia a partir da primeira quinzena de maio.
Os planos pós-pagos da Oi são promocionais e contam com as seguintes condições de contratação: com a franquia de 5GB e por R$ 98 mensais, os usuários podem ganhar um desconto de R$ 300 na aquisição de smartphones compatíveis com os serviços 4G. Notebooks e tablets podem usufruir da tecnologia por uma mensalidade R$ 188 para a franquia de 10 GB.
Os aparelhos da Oi compatíveis com os novos serviços sem fio são:
Samsung Galaxy S III Lite;
Motorola RAZR HD;
Nokia Lumia 820; e
Minimodem E3276 4G, da Huawei.
Nota: a venda e o pré-cadastro do Galaxy S4, compatível com o 4G, foi iniciado também hoje (25) nas seis cidades-sede da Copa das Confederações.
A Claro, por sua vez, conta com nove aparelhos habilitados para a nova rede das fabricantes Nokia, Samsung, LG, Motorola e Sony. Entre os dispositivos agraciados pela tecnologia 4G estão, por exemplo, o Lumia 820 (R$ 400), o RAZR HD (gratuito, uma vez contratados os novos serviços de quarta geração) e o Galaxy S III (R$ 950) – os preços listados incluem o plano ilimitado 600 4G da Claro.
Embora até o momento a AMD tenha dedicado o ano 2013 à promoção de sua nova linha de APUs e placas de vídeo, a empresa aparentemente não deixou de lado sua linha de processadores FX. Rumores indicam que a companhia está trabalhando em uma nova geração do produto conhecida pelo nome Centurion, cujo clock de funcionamento seria de nada menos que 5 GHz.
O chip super-FX seria baseado na arquitetura Vishera, que já está presente na CPU FX-8350, que opera a uma frequência de 4,2 GHz. Ao que tudo indica, o produto seria lançado em uma leva bastante limitada, cujo preço poderia custar nada menos que US$ 795 — valor mais do que suficiente para montar um PC inteiro com peças de desempenho intermediário.
Com isso, a empresa estaria de certa forma promovendo uma volta ao passado, já que a linha de chips FX já chegou a ser conhecida pelos preços exorbitantes. Vale notar que a existência do Centurion atualmente está somente no campo dos rumores e que faltam informações concretas sobre ele. Porém, caso isso se prove verdade, ficará claro que a AMD não tem a intenção de vender o novo produto para um público muito amplo.
No último dia 10 de abril, noticiamos que a Microsoft havia liberado uma atualização para o Windows 7 que poderia causar problemas no computador. De acordo com relatos de muitas pessoas, depois de instalar o pacote KB2823324, suas máquinas passaram a apresentar falhas que impediam a entrada no sistema operacional.
O Tecmundo entrou em contato com a Microsoft para obter um posicionamento oficial sobre o problema. Veja o que a empresa tem a dizer:
“Estamos cientes de que alguns clientes podem estar passando por dificuldades após a aplicação da atualização de segurança KB2823324 para Windows 7, liberada ontem (10). A questão está isolada ao Brasil e nós já estamos trabalhando ativamente para resolver a situação. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa ter causado aos nossos clientes”.
Segundo as informações, a Microsoft já está trabalhando em uma solução para o problema, mas ainda não definiu uma data de quando ele poderá ser resolvido definitivamente. Enquanto isso não acontece, o recomendado é desativar as atualizações automáticas do Windows 7 para evitar transtornos.