Microsoft corrige erro em atualização para o Windows 7

Lembram-se da novela envolvendo a temida atualização KB2823324 do Windows 7? Pois finalmente a Microsoft, depois de reconhecer a falha, divulgou uma nova atualização livre de bugs.

Impressora 3D - MakerBot Replicator 2

Existem alguns momentos na vida em que temos a oportunidade de acompanhar coisas extraordinárias, presenciar um salto na evolução tecnológica. E foi exatamente isso o que aconteceu quando a MakerBot Replicator 2 chegou à NZN.

Microsoft pode transformar o Windows 8 e Windows Phone em um só produto

Agora que a Microsoft está prestes a revelar a versão seguinte do Windows 8, também conhecida como Windows Blue, informações sobre o sistema operacional começaram a aparecer na internet.

Facebook anuncia nova tela inicial para o sistema operacional Android

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (4) uma nova plataforma para os celulares equipados com o sistema operacional Android, do Google. Chamada "Home"

Google desqualifica engraçadinhos que queriam um Glass para testes

Recentemente, a Google disparou através do Twitter oficial do Project Glass uma série de mensagens para desqualificar alguns participantes do concurso que vai selecionar pessoas dedicadas para testar o gadget.

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sábado, 30 de março de 2013

Exposição em São Paulo tenta popularizar os games como expressão cultural

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Todo gamer sabe que os jogos eletrônicos podem – e devem – ser considerados universalmente como um item de forte teor cultural. E mesmo que esse pensamento ainda não esteja bem formado na cabeça da maior parte dos brasileiros, há pessoas que estão dispostas a criar ações radicais para tentar mudar isto, e a mostra Play!, que está ocorrendo em São Paulo capital, é a maior prova disto.

A exposição (aberta desde o dia 25 de março e com encerramento previsto para 7 de abril) faz parte do projeto "Galeria de Arte Digital”, uma iniciativa idealizada pela Verve Cultural e adotada pela SESI-SP que visa transformar o edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), localizado na Av. Paulista, em uma enorme galeria a céu aberto. O resultado foi a implantação de 26 mil clusters de LED na superfície do prédio, transformando-o em uma espécie de monitor público e de formato nada convencional.
Contudo, o destaque fica realmente para as obras em exposição. Todas as peças que fazem parte da mostra Play! são jogáveis e foram baseadas em games clássicos dos anos 80 e 90, como Enduro, Space Invaders, Tetris e PacMan, levemente alterados para mostrar aspectos da vida urbana contemporânea de uma forma mais divertida e criativa. A obra "Paulista Invaders", por exemplo, coloca o jogador na pele de um ciclista que deve sobreviver a "invasão" do trânsito violento da metrópole brasileira.
Além de promover a interação entre o público, resgatar a diversão dos antigos jogos que marcaram época e instituir um melhor uso do espaço público para divulgação de peças culturais, a exposição também procura popularizar os games como uma forma de expressão artística. Entre os artistas que assinam o catálogo da mostra, encontram-se Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos). A curadoria é da artistas plástica Marília Pasculli.

O que o público está achando?


Em entrevista ao Baixaki Jogos, a estudante de jornalismo Ludimila Fonseca, de 23 anos, afirmou acreditar que exposições como esta são essenciais para popularização do videogame como item cultural, mas que falta incentivo financeiro por parte de órgãos públicos e privados. “É incrível, é uma intervenção que leva tudo o que estamos acostumados a ver em telas pequenas para um monitor maior, tanto no sentido de tamanho quanto de alcance do público”, comenta.
Já a vendedora Taiane, 21, estava passando pela avenida e ficou estupefata com o projeto. A jovem classifica o projeto da FIESP como um “tapa na mente” nas pessoas, que são surpreendidas no meio da avenida mais movimentada de São Paulo com obras atraentes e inovadoras, para apenas depois perceberem que aquilo são jogos eletrônicos; infelizmente encarados por muitos como um método infantil de entretenimento,
O engenheiro Felipe, 33, trabalhava perto do local e decidiu dar uma pausa em sua rotina para apreciar a exposição. “É muito interessante, são peças bastantes diferentes. A indústria dos jogos evoluiu muito, não é mais apenas pura diversão. Há muita tecnologia e criatividade nos games de hoje em dia.”
Contudo, o profissional também acredita que faltam iniciativas para tornar essa arte mais acessível ao público em geral. “Alguém precisa se mexer. Essa mostra da FIESP, por exemplo, é fruto de alguém que acreditou no potencial dos games e investiu pesado nisto”, completa.


Para jogar e apreciar

Caso você tenha se interessado, lembre-se: o edifício FIESP abrigará a mostra até dia 7 de abril. A exposição ocorre durante a noite e a madrugada, com os LEDs sendo ligados às 20h e desligados às 6h da manhã; contudo, as obras só podem ser jogadas (com o devido auxílio dos funcionários da SESI) até as 22h. Vale lembrar que os games podem ser aproveitados através de tablets emprestados pela própria equipe responsável pela exposição.
Confira a programação completa no site do evento



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Rumor: Apple deve revelar iPhone 5S no dia 20 de junho

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Se os rumores publicados pelo site Japanese Mac estiverem certos, a próxima geração do iPhone já tem data para ser revelada ao público. Segundo afirmação da publicação, a Apple deve realizar um evento para a imprensa no dia 20 de junho e as vendas do iPhone 5S devem começar no início do mês de julho.
Outros rumores incluem ainda a possibilidade de a empresa lançar um iPhone de baixo custo no mês de agosto. O produto teria como alvo os países em que os planos pré-pagos são mais atrativos para os consumidores, como a China, a Índia e até mesmo o Brasil. Entretanto, há poucos indícios que comprovem essa segunda informação.
Os meses de junho e julho já marcaram alguns lançamentos da Apple. As versões de iPhone 3G, 3GS e 4 foram lançadas nesses meses e, somente a partir do iPhone 4S e também, no lançamento do iPhone 5 a empresa da Maçã escolheu os meses de setembro e outubro para iniciar as vendas.

Fonte: Tecnomundo

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sexta-feira, 29 de março de 2013

Estudantes brasileiros disputam competição de robótica nos EUA

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Uma equipe formada por estudantes brasileiros está participando de uma competição internacional de robótica nos Estados Unidos. Os jovens representam o País na FIRST Robotics Competition (FIRST - For Inspiration and Recognition of Science and Tecnology), disputa que faz parte de um projeto da Nasa - agência espacial americana - cujo objetivo é difundir o interesse pelo desenvolvimento de sistemas e aumentar o número de especialistas que trabalhem na área em todo o mundo.
Mais de 300 mil estudantes participam da competição, dividida em diversas etapas regionais. Os alunos brasileiros participaram da edição em Boston (Massachusetts) entre os dias 21 e 23 de março. Agora, eles se preparam para disputar a etapa de Washington (D.C.), que começa amanhã e vai até o dia 30, quando ocorrem as finais. A equipe brasileira é composta por alunos do Colégio Província de São Pedro, no Rio Grande do Sul.
Cerca de 20 alunos na faixa de 13 a 17 anos integra a equipe #383 Team, que foi campeã em edições nos anos de 2001, 2002 e 2010. Neste ano, eles enfrentaram problemas durante os jogos classificatórios em Boston: um componente do robô chamado Brazilian Buddy IV apresentou uma falha e impediu a classificação para as etapas finais. Apesar do problema, os estudantes destacam o aprendizado e garantem que chegam com ânimo renovado à disputa em Washington.
"A expectativa agora é ter um desempenho melhor e talvez chegar às finais", afirmou Guilherme Peretti, da direção do Colégio Província de São Pedro, que acompanha os alunos. "Trabalhamos o ano todo em cima disso, e esses problemas só nos dão ainda mais vontade de vencer", garantiu por telefone ao Terra o estudante Guilherme Lima, 15 anos, parte da equipe que está nos Estados Unidos.

Competição

A edição da FIRST em 2013 consiste em um jogo baseado no disco conhecido como frisbee. O desafio é desenvolver um robô que tenha a habilidade de recolher discos e conseguir lançá-los em direção a espaços abertos em uma parede. Formando espécies de goleiras, essas aberturas estão dispostas em alturas diferentes, somando pontuações distintas - de acordo com a dificuldade do desafio.

Para desenvolver o robô, dezenas de estudantes se reúnem a cada ano a fim de discutir como obter o melhor desempenho. Jovens matriculados desde a 8ª série do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio participam do processo de criação. Eles recebem o apoio de ex-alunos, que tiveram a mesma experiência em anos anteriores. Os veteranos contribuem com aulas de programação, ensinam a utilizar alguns softwares e contam como aproveitar a oportunidade de viajar e disputar uma competição internacional.
Diante desse comprometimento - os alunos participam do projeto apenas fora do horário normal de aula, pelo menos uma vez por semana -, alguns dos envolvidos não têm dúvida quanto a qual carreira seguir. "Quando eu estava no final da 7ª série, a escola propôs que eu entrasse na parte mais profunda da robótica e me juntasse ao projeto. Hoje, não tenho dúvidas de que quero cursar engenharia, provavelmente da computação", disse ao Terra Felipe D'amico, 17 anos. O desejo é compartilhado pelo colega Guilherme: "ainda não decidi qual área, mas com certeza quero seguir na engenharia".

Fonte: Terra
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Projeto de robótica incentiva pesquisa científica em escola

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Sozinho em casa, um idoso tropeça em um objeto no chão. Surge uma pergunta na tela de seu celular: "Parece que você caiu. Está tudo bem?". Apenas com um toque, ele pode dizer que sim e, nesse caso, o aparelho envia uma mensagem de aviso para até cinco contatos cadastrados previamente. O mesmo acontece caso não haja resposta em 30 segundos. Essa é a função do Free Walker, aplicativo para Android desenvolvido por um grupo de alunos do Colégio Dante Alighieri, de São Paulo. Os integrantes do Grupo de Estudos Experimentais em Tecnologia (GEETec) foram finalistas da etapa nacional da First Lego League (FLL) Brasil, que ocorreu em fevereiro. A iniciativa tem o objetivo de incentivar a entrada de jovens no universo da ciência e da tecnologia ainda dentro do ambiente escolar.​

Iniciativas de apoio à pesquisa começam a fazer parte do currículo de crianças desde muito cedo. No caso do Dante, por exemplo, alunos interessados têm acesso a oficinas de robótica desde os oito anos. Neste ano, a FLL tem o mote Senior Solutions, busca propostas para melhorar a qualidade de vida na terceira idade. Os alunos são convidados a construir robôs que cumpram missões em curto espaço de tempo - tirar objetos do caminho é uma das tarefas -, além de desenvolver soluções para um problema a partir da execução de um projeto de pesquisa. Teoria e prática caminham juntas do início ao fim da iniciativa. Todo o trabalho é desenvolvido por uma equipe de alunos, sob supervisão de professores orientadores. Depois de visitar um lar de idosos, o grupo de São Paulo passou a pesquisar maneiras de ajudar idosos em caso de queda. Daí, surgiu o Free Walker.
A equipe se divide em três, de acordo com as habilidades de cada aluno. Alguns se dedicam à construção do robô, outros participam da execução do aplicativo e um terceiro grupo foca na parte de pesquisa. Quem não tem habilidade em montagem ou programação também é aceito - o objetivo, afinal de contas, é desenvolver pesquisadores. "Tem aqueles que gostam de ler, escrever... trabalhamos muito a questão do grupo, da criatividade. No início, os alunos fazem robôs com sucata e desenvolvem a capacidade de encontrar soluções com um material sem a flexibilidade do Lego", explica a coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional do colégio, Valdenice Minatel. Em 2012, a escola tinha 130 alunos inscritos no três níveis da projeto, além do GEETec, com alunos do ensino médio.
Eles são tocados pela questão do aprendizado. Esses jovens sempre querem mais, sempre acham que podem melhorar
Valdenice Minatelcoordenadora do Colégio Dante Alighieri
A coordenadora destaca o método utilizado no Dante - de investigação, não apenas de observação. "Desde muito cedo o aluno já tem essa base de pesquisa, pois faz diários de bordo e relatórios", diz. A oficina ocorre no contraturno, uma vez por semana, durante duas horas. É do trabalho de dentro do laboratório que saem competidores de mostras nacionais e internacionais. A professora afirma que alunos que participam de projetos voltados à pesquisa são mais engajados. "Eles são tocados pela questão do aprendizado. Esses jovens sempre querem mais, sempre acham que podem melhorar", diz. Ela destaca que as qualidades ficam evidentes também em outras áreas. "Eles leem mais, questionam mais. Têm um autodidatismo que vai ajudar para a vida toda", acrescenta. A coordenadora garante que estudantes têm estímulo para ir além daquilo que é proposto nos laboratórios do Dante. No caso de Vitor Martes Sternlicht, responsável pela programação do aplicativo, o desafio foi aceito. "No nível que ele chegou na área da programação, às vezes temos que buscar apoio e parcerias fora da escola", conta.
Aluno de 14 anos desenvolve robô para resgate em tragédias

Aos 14 anos, o estudante do 1º ano do ensino médio apresentou em Houston, nos Estados Unidos, um projeto de mapeamento robótico, cuja ideia é criar um robô que seria utilizado no resgate de vítimas de desabamentos e incêndios, no qual trabalha há dois anos. Ele faz parte da equipe de robótica desde os oito anos. "Desde pequeno me interesso por informática. Há dois anos, aprendi a trabalhar com programação. Depois disso, comecei a me dedicar e aprendi várias linguagens sozinho", diz. Vitor afirma estar preocupado em realizar um trabalho voltado à sociedade. "O importante é poder direcionar o trabalho para ajudar outras pessoas. A competição acaba surgindo, mas nós queremos encontrar boas soluções", enfatiza. Hoje, também se dedica à iniciativa Cientista Aprendiz, em que trabalha com projetos de energia sustentável.


Todo processo de iniciação científica é extremamente saudável para o desenvolvimento do aluno
Cleyton Gontijo  professor da Faculdade de Educação da UnB
O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Cleyton Gontijo ressalta a importância do incentivo a jovens pesquisadores. "Todo processo de iniciação científica é extremamente saudável para o desenvolvimento do aluno. O gosto pela pesquisa surge muito cedo, e quanto antes forem estimulados experimentos ou pesquisas sociais, melhor", diz. O especialista alerta para o tipo de atividade que é desenvolvida, que deve ser própria para a idade do aluno: pesquisa em maior profundidade para os mais velhos, pequenas ações para os menores. Observar fenômenos naturais pode ser uma boa forma de dar o pontapé inicial.
A professora do Dante destaca a força que a pesquisa na educação básica exerce sobre a sociedade. "Existe uma carência muito grande de ciência nos primeiros anos de escola. Mas fica muito mais interessante aprender nessa condição. A escola acaba cumprindo uma função social. Ela olha para a sociedade, vê um problema e se mobiliza para ajudar. Às vezes, pode ser uma solução primária, mas que desencadeia outras possibilidades. O feijão no algodão é o início de uma série de etapas para que ele beneficie a si mesmo e a sociedade", afirma.
Fonte: Terra

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O grupo hacker Anonymous anunciou que pretende atacar o Facebook no dia 6 de abril, mesma data em que Mahatma Gandhi iniciou a desobediência civil à lei britânica em 1930 e em que os egípcios se ergueram contra o regime ditatorial de Hosni Mubarak em 2011. A operação #OpTruthForce (força da verdade, em tradução livre) chama os ativistas a sobrecarregarem a maior rede social do mundo com "material sem censura". As informações são do Daily Dot.
No site AnonNews.org, os hackers acusam "governos e corporações" de tentar "barrar a liberdade de expressão das pessoas". "Nos últimos meses, testemunhamos um número crescente de contas bloqueadas e deletadas pelo Facebook de usuários que ousam ridicularizar, debochar, satirizar ou se erguer contra líderes políticos ou corporações profundamente envolvidas com política", continua o texto.

A operação está marcada para as 22h de Brasília, e pretende ser um ataque internacional. "Todos os anônimos no mundo ataquem o Facebook com material sem censura. Vamos continua com o bombardeio de materiais por tanto tempo quanto conseguirmos - se tudo der certo, por 24 horas", conclama o comunicado dos hacktivistas.
A proposta é sobrecarregar o sistema. "Os administradores (do Facebook) não vão conseguir nos parar. Eles não podem banir a todos nós", explica o texto. No site, há o link para um evento do Facebook que parece ter sido retirado do ar, mas a busca por eventos com o nome da operação indica outros eventos criados para chamar os usuários a participar.
Fonte: Terra



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Pesquisadores criam rede que opera a 99,7% da velocidade da luz

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Pesquisadores da universidade de Southampton, na Ingalterra, produziram uma fibra ótica capaz de transferir dados a 99,7% da velocidade da luz. Foram transferidos 73,7 terabits por segundo, conforme o siteExtremetech.
Segundo o site, trata-se de uma velocidade 1 mil vezes superior às redes 40 gigabits mais avançadas, e com uma latência bem mais baixa.
A velocidade da luz, por definição, é de  299.792.458 metros por segundo, no vávuo. Em outros ambientes, geralmente é mais lenta. No caso da fibra ótica, a queda na velocidade é de 31%.
Na pesquisa, no entanto, os cientistas produziram uma fibra ótica que usa ar, permitindo aumetar o aproveitamento da velocidade.
Esta não é a primeira tentativa de utilizar o ar, no entanto, é a que teve mais sucesso recentemente graças à tecnologia utilizada.
Os pesquisadores melhoraram o design do núcleo oco, usando um aro fotônico ultrafino. Este novo desenho permite uma perda baixa (3,5 dB / km) e banda larga (160 nm). Para alcançar a taxa de transmissão de 73,7 terabits por segundo, os pesquisadores usaram uma técnica para transmitir três modos de 96 canais de 256 Gbps.
Fonte: Terra
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quinta-feira, 28 de março de 2013

Dióxido de titânio: a substância mais útil do mundo?

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Desenvolvido por um time de cientistas de Singapura, o produto pode ser capaz de purificar água, extrair hidrogênio, dobrar a duração de baterias e compor tecidos bactericidas.



De acordo com uma equipe de cientistas da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura, o dióxido de titânio pode ser a nova maravilha multiuso da indústria. O produto passou cinco anos em desenvolvimento e, ao que parece, o resultado pode ser usados para coisas tão discrepantes quanto tornar água potável, compor tecidos antigermes, dobrar a duração de baterias e ainda extrair hidrogênio.
A ideia surgiu enquanto o grupo tentava desenvolver um filtro de água bactericida à prova de incrustação. O processo envolve a conversão de cristais de dióxido de titânio — material relativamente barato — em nanofibras, as quais são utilizadas para formar membranas filtrantes com bastante flexibilidade.



A composição da referida membrana pode variar, entretanto. Dependendo da utilização em vista, podem ser incluídas misturas de carbono, cobre, zinco ou estanho.

Produção de água potável


O dióxido de titânio é particularmente útil para o tratamento de água não potável. Funcionando como um filtro, o material é eficiente e tem baixo custo — evitando incrustações —, bloqueando a passagem de quaisquer contaminantes.


Além disso, também é possível utilizar a membrana para remover o sal da água — o que torna o composto bastante interessante para instalações de dessalinização.

Geração de combustível


Ao expor o dióxido de titânio ao sol, torna-se possível ainda separar o hidrogênio de águas não potáveis. O produto pode então ser utilizado como combustível em fábricas. De acordo com os criadores, a substância, atualmente, é capaz de gerar 1,53 milímetros de hidrogênio por litro de água, processo que toma uma hora. Trata-se de um desempenho três vezes melhor do que o dos tradicionais catalisadores de platina.

Em baterias


A equipe de Singapura também produziu uma versão do material moldada com o dióxido de titânio em cristais. O resultado foi utilizado em células solares flexíveis e, futuramente, poderá ser encontrado dentro de baterias lítio. Conforme mostraram outros estudos, baterias com ânodo formado por nanopartículas de dióxido de titânio podem durar até duas vezes mais do que os modelos tradicionais.

Estrutura bactericida


Por fim, o multifacetado dióxido de titânio ainda pode ser utilizado para a indústria de tecidos, fornecendo uma competente estrutura bactericida — sem atrapalhar a passagem de ar pela estrutura, o que a tornaria uma boa escolha para a indústria médica.


Atualmente, a equipe responsável pela substância busca parcerias para levar a estrutura ao mercado.

Fonte Megacurioso


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Botão "Home" do iPhone 5S não deve ter leitor de digitais

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Recentemente, diversos rumores surgiram na internet afirmando categoricamente que o novo iPhone 5S contaria com tecnologia biométrica em seu botão “Home”. A ideia seria inserir o reconhecimento de digitais no aparelho, permitindo que só o seu dono realmente pudesse utilizá-lo.

Contudo, imagens da parte interna do aparelho vazadas pelo site de venda de peças japonês Moumantai podem jogar um balde de água fria em que se empolgou com a ideia. As fotos mostram a estrutura interna do botão “Home” do que seria o novo iPhone 5S e, ao que tudo indica, ele é exatamente igual àquele presente no iPhone 5.


Segundo o MacRumors, que analisou as imagens, há ali fotografias mostrando o vibrador interno do aparelho, um cabo flexível e as peças internas do botão propriamente dito. De acordo com o site, a única mudança seria a posição do cabo e o seu respectivo tamanho. O vibrador também seria o mesmo, o que dá indícios que de o novo gadget não deve ganhar muitas alterações com relação ao iPhone 5
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iPhone 5S deve aparecer com processador e câmera melhorados

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Os rumores do próximo iPhone ainda não conseguiram revelar nada minimamente concreto. Contudo, como ainda falta muito tempo para o lançamento do novo smartphone da Maçã, é normal que as conversas sobre isso fiquem apenas no achismo. Entretanto, o DigiTimes afirma ter conversado com fontes ligadas à marca que confirmaram que o iPhone 5S terá um processador e uma câmera melhor do que o modelo atual.
Que surpresa. Nada mais natural que melhorar esses quesitos tão visados pelos consumidores. Fora isso, o que se pode especular sobre o lançamento do 5S é que realmente ele não será um novo aparelho, mas sim uma simples atualização do modelo atual, como a Apple costuma fazer no segmento “S”. Ainda assim, a data de lançamento parece preocupar os fãs da marca.
Ao que tudo indica, a empresa deve lançar o seu dispositivo na segunda metade do ano, como tem feito desde o primeiro iPhone. Contudo, os meses para isso acontecer vão de junho á outubro, uma grande faixa de tempo. Anteriormente, a empresa era fiel ao mês de junho para seus lançamentos, sendo que os iPhones 3G, 3GS e 4 chegaram ao mercado nesse período.
Contudo, o outubro do 4S e o setembro do 5 também aparecem como opções. No fim das contas, podemos dizer que o iPhone 5S é um completo mistério e que, até agora, não se sabe absolutamente nada sobre ele, apenas se infere coisas que se tornaram óbvias com o desenvolver do aparelho da Maçã.


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Case para iPhone 5 vem com um equalizador de verdade

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A empresa japonesa Strapya vai disponibilizar nos próximos meses o Equalizer iPhone 5 Hard Case, acessório que traz um equalizador real capaz de se fixar ao aparelho. Cada barra do equalizador aumenta ou diminui conforme o som ao redor do telefone e do próprio telefone, pois os barulhos interferem diretamente na iluminação do equalizador.
A capa funciona com duas baterias que, aparentemente, podem ser desligadas para tornar o dispositivo mais discreto – assim ele não vai brilhar toda hora. Entretanto, os efeitos do equalizador só se destacam em ambientes mais escuros, já que a potência das luzes não é muito alta.
Uma área específica dedicada aos sensores de sons fica grudada na parte superior do celular, como se fosse um pendrive permanentemente conectado. O Equalizer iPhone 5 também duplica a espessura do iPhone, característica que pode desagradar algumas pessoas.
Não é nenhuma novidade que os japoneses têm muita criatividade na hora de inventar acessórios para diferentes dispositivos, mas inserir um equalizador funcional que responde aos sons ao redor do aparelho é algo divertido e inovador.
Há dois anos, a Strapya produziu uma capa bizarra que vinha com uma mão postiça para que as pessoas pudessem segurar enquanto faziam ligações, em vez de um equalizador na parte de trás. Não é o case mais indicado para ocasiões formais, mas em festas ou em shows você com certeza vai se destacar com esse equalizador portátil. 
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Carreira: Cresce a demanda por profissionais de segurança qualificados

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A demanda por especialistas de segurança da informação nos Estados Unidos e em outros mercados como o Brasil está superando a oferta disponível. No Brasil a carência por esses talentos é um reflexo da falta de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas em TI.
Relatório divulgado pela Burning Glass Technologies, empresa americana que desenvolve soluções para comparar as ofertas de profissionais com oportunidades no mercado de trabalho, mostra que a demanda por especialistas em segurança cibernética cresceu 3,5 vezes mais que a procura por talentos de TI em geral e 12 vezes mais do que todos as outras vagas de emprego.
A conclusão da Burning Glass é baseada em um estudo que avaliou ofertas de empregos para os profissionais de segurança cibernética em empresas de diversos segmentos da economia e agências do governo dos Estados Unidos nos últimos cinco anos.
De acordo com a empresa, em 2012 havia mais de 67,4 mil vagas para profissionais de segurança cibernética distribuídas por companhias de diversos segmentos da economia, incluindo empresas de defesa, setor financeiro, saúde, varejo e serviços profissionais. Esse número é 73% maior do que o número das posições ofertados em 2007, segundo a pesquisa da Burning Glass.
Em comparação, o número de ofertas para profissionais de TI de todas as áreas cresceu cerca de 20% entre 2007 e 2012, enquanto as vagas de empregos em geral aumentaram apenas 6% durante o período.
Os dois talentos de segurança mais cobiçados pelos empregadores eram engenheiros de segurança da informação e analistas de segurança.
Uma em cada três vagas ofertadas para profissionais nessa área era para os engenheiros de segurança da informação. Quase 25% das oportunidades foram para analistas de segurança.
Matt Sigelman, CEO Burning Glass Technologies, avalia que a crescente demanda por profissionais de segurança da informação indica que as empresas e agências governamentais estão investindo mais dinheiro e esforço para proteger seus dados contra ataques.
Entretanto, o executivo afirma que a maior preocupação é saber se há oferta de talentos o suficiente para atender a demanda das empresas em razão do aumento de exigências para contratação desse tipo de mão de obra.
Exigência de certificação
Por exemplo, nos últimos dois anos, a maior parte das vagas exige que os candidatos tenham o Certified Information Systems Security Professional (CISSP), que saltou de 19 mil para mais de 29 mil credenciados.
Outra indicação da dificuldade crescente de empregadores norte-americanos de encontrar profissionais de segurança da informação qualificados são os anúncios de emprego. Eles geralmente levam 35% a mais do tempo que normalmente levariam para achar talentos de TI na hora de encontrar especialistas de segurança.
Julie Peeler, diretora da Fundação ISC2, que desenvolve programa CISSP, afirma que não há dúvida de que a crescente demanda está superando a oferta de especialistas em segurança.
Para o próximo ano, a executiva estima que haverá a necessidade de mais 330 mil profissionais de segurança em todo o mundo. O problema é que a quantidade de jovens talentos que estão saiado anualmente da faculdade não atende a demanda do mercado, informa Julie.
Uma pesquisa recente da Fundação ISC2 com cerca de 12 mil profissionais de segurança da informação em todo o mundo constatou que a escassez de talentos nessa área tem gerado impacto dramático sobre a capacidade das organizações de defesa contra ataque ou de se recuperar rapidamente de invasões cibernéticas.
“[A escassez] está causando uma pressão sobre a força de trabalho existente”, diz Julie. “Eles estão tendo que trabalhar mais e mais horas.”
A crescente escassez fez com que os salários para os profissionais de segurança da informação aumentassem em comparação com muitos outros cargos de TI.
De acordo com a Burning Glass, a média de salário para profissionais de segurança da informação em 2012 era 100,7 mil dólares contra 89,2 mil dólares por ano para outros talentos de TI.
Especialistas com certificações de segurança ganham um salário modestamente mais elevado, de acordo com estudo da Burning Glass. Em muitos casos, as empresas exigem essas credenciais como uma maneira de filtrar os candidatos com conhecimento comprovado dos que não são experientes.
“A demanda é alta, mas não há oportunidade para todos”, informa Roger Cressey, vice-presidente sênior da Booz Allen Hamilton.
Embora seja verdade que os empregadores estão procurando mais profissionais de segurança da informação, eles só querem talentos com muita experiência em áreas como a segurança de rede, governança, políticas e procedimentos. “Você tem que ter as habilidades exigidas” afirma o consultor.
Cressey observou que as universidades dos Estados Unidos, hoje, não estão treinando pessoas o suficiente para lidar com a demanda explosiva por especialistas em segurança de TI. A realidade do Brasil não é muito diferente.
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Como fazer ligações gratuitas pelo Facebook no Brasil

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O recurso de ligações via Wi-Fi ou 3G/4G através do Facebook usando o app Messenger para iOS e Android já estava disponível desde janeiro em alguns países. Agora, está disponível no Brasil. Já apareceu aí no seu?
Não é preciso atualizar o app, basta ter a última versão (disponível na App Store e no Google Play). Para ver se o recurso está habilitado, clique em algum contato e depois no “i” do canto superior direito.

Se sim, aparecerá a opção de realizar a chamada, “Ligação gratuita”. Apenas clique e espere o contato atender. Há relatos, ainda não confirmados, de que a opção só surja para quem cadastro o número do celular no perfil da rede social — quem não está apto ganha um botão cinza/inativo. Outra exigência é que o botão só aparece funcional se as duas pessoas tiverem a última versão do app.
Note que existe um monte de “se”, e para piorar o app não tem um filtro que facilite a descoberta de quem está habilitado para conversar. O jeito é clicar de contato em contato e ver se a opção aparece ali. Nada conveniente, mas um esforço válido na hora de economizar com voz, ou falar com alguém que você não tenha o número.
Ultrapassadas essas barreiras, porém, a qualidade da ligação é boa. Nos rápidos testes que fizemos aqui, notamos um chiado no início, mas algo bem rápido e que, em seguida, some e dá lugar a vozes bastante claras e fáceis de compreender. Nos testes com o 3G da Vivo em Niterói (valeu, Felipe!) a qualidade se manteve, então nesse ponto (qualidade de voz) não há muito do que reclamar.
Eu, porém, pareço não estar dando muita sorte. Não sei se é alguma zica com minha conexão ou com o smartphone, mas 1) não consigo fazer chamadas, só receber; e 2) elas caem após ~30 segundos. Ou talvez seja algum problema com o Facebook. Testei com três pessoas e, com todas elas os mesmos sintomas se manifestaram. Pedi ao Felipe e outros amigos que verificassem se esse problema da queda após 30s se repetia, e com eles não aconteceu. O que foi que eu te fiz pra merecer isso, Zuck?
Fonte:Gizmodo

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Pré-venda do Galaxy S4 é quatro vezes maior que a do modelo anterior

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A Samsung anunciou o lançamento do Galaxy S4 na última semana e deixou todo mundo com os dedos coçando para colocar a mão no gadget. Tanto que uma grande revendedora de smartphones inglesa, a Carphone Warehouse, anunciou que a taxa de pré-venda do Galaxy S4 está quatro vezes maior do que foi com o aparelho anterior.
Graham Stapleton, um representante da Carphone Warehouse, declarou: “O recorde de lançamento do Galaxy S3 no ano passado sempre será um recorde duro de bater. Mas a Samsung lançou esse novo dispositivo deslumbrante que certamente vai inspirar muitas pessoas a fazer a transição de outros sistemas operacionais para o Android.”
Os aparelhos não devem estar disponíveis antes do dia 26 de abril e ainda não têm preço final definido. Ainda assim, com as ordens de pré-venda 446% acima do aconteceu na época do Galaxy S3, parece que a Samsung conseguiu repetir o sucesso e lançar mais um campeão de vendas.

Concorrência


Será que a Samsung conseguirá superar a Apple e ultrapassar as vendas do iPhone 5, que foi o gadget mais vendido no último trimestre de 2012? Stapleton acredita que isso pode acontecer. Segundo o executivo, a loja espera um movimento maior do que na época do Natal para os dias de lançamento do aparelho.



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Microsoft: Windows Phone já supera as vendas de iPhone em sete países

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Recentemente, Frank Shaw, o chefe de relações públicas da Microsoft, postou no blog oficial da empresa uma nota em que ele diz que o Windows Phone está conseguindo aumentar exponencialmente a sua participação de mercado em diversos países. Quem confirma esses dados é a agência de pesquisa de mercado IDC, que divulgou um relatório garantindo que o sistema móvel da Microsoft chegou a 10% de participação de mercado em diversos países.
Além disso, segundo a IDC, mais aparelhos com Windows Phone do que BlackBerries foram despachados em 26 mercados diferentes e, o mais incrível: a plataforma da Microsoft superou a Apple em sete países diferentes, o que certamente chama atenção e mostra o crescimento do sistema.

Analisando as informações


A notícia parece ser muito boa para a empresa de Redmond, mas levanta uma grande dúvida: que países são esses? O jornal The New York Times procurou a IDC, que revelou essas informações. De acordo com a agência, os locais em que o Windows Phone superou o iPhone em vendas no quarto trimestre de 2012 foram Argentina, Índia, Polônia, Rússia, África do Sul e Ucrânia. O sétimo país é categorizado pela IDC como “o resto do leste e do centro europeu”.
Kevin Restivo, analista da IDC, também deixou claro que três desses países — Ucrânia, África do Sul e “o resto do leste e do centro europeu” — são mercados extremamente pequenos e que menos de 100 mil unidades de aparelhos foram despachados para esses mercados.

Altas taxas de importação e mercado negro de celulares


O analisa também relatou que, em mercados como a Argentina, as altas taxas do governo para a importação fazem com que exista um grande mercado negro de celulares, o que dificulta um pouco o trabalho de pesquisa de agências especializadas como a IDC, já que o levantamento dos dados é feito com base no número oficial de importações.
Segundo Restivo, o Windows Phone tende a ser mais forte em países em que a Nokia é tradicionalmente forte (a finlandesa é a maior parceira comercial da Microsoft) e, na maioria desses mercados, a demanda pelo iPhone é menor devido ao alto custo do aparelho e à falta de subsídio das operadoras de telefonia.

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Comparativo: Galaxy S4 enfrenta os principais concorrentes

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Pois é, o Samsung Galaxy S4 ainda nem foi lançado e nós já estamos aqui colocando o produto para brigar com seus principais concorrentes. A verdade é que não conseguimos esperar até a chegada do aparelho para definir qual modelo é o mais avançado.
Dessa forma, trouxemos o novo top de linha da fabricante coreana para competir com quatro modelos que podem encará-lo de frente. Nossos competidores são: Apple iPhone 5, Nokia Lumia 920, BlacBerry Z10 e HTC One.
Queremos deixar claro que neste artigo vamos comparar apenas as capacidades de hardware e recursos de cada dispositivo, afinal não seria válido realizar uma comparação de software, visto que o Galaxy S4 não foi liberado. Além disso, não faz muito sentido cotejar diferentes sistemas, sendo que cada um aproveita os recursos de maneira única.

Que vença o melhor processador


É difícil comparar os dispositivos que selecionamos, principalmente porque alguns ainda não estão disponíveis para compra. O primeiro quesito que queremos colocar em foco é o “cérebro” desses aparelhos, afinal este é um item que pode ser um verdadeiro divisor de águas.


Bom, analisando apenas os números, entre os smartphones selecionados, o iPhone 5 é o aparelho que traz o processador “mais fraco”. Vale notar, no entanto, que não levamos em conta a questão da arquitetura. No caso do Apple A6, há uma tecnologia ARMv7 própria da Apple, o que inviabiliza uma comparação direta com outros dispositivos.
Com apenas dois núcleos e operando com o clock de 1,2 GHz, o modelo da Maçã é o mais limitado no processamento de múltiplas tarefas. Isso, no entanto, não quer dizer que ele apresente desempenho inferior, afinal o uso dos recursos é algo que não depende apenas das capacidades de hardware.


Em seguida, podemos colocar o processador usado no Lumia 920 e no BlackBerry Z10. Aqui, novamente caímos no problema da arquitetura diferenciada (algo que impossibilita uma comparação direta). Esse chipset traz uma CPU de dois núcleos com arquitetura Qualcomm Krait operando com frequência de 1,5 GHz — pouco mais avançada do que a do Apple A6.
Em terceiro lugar, fica o processador do HTC One. Esse chip já usa uma versão evoluída da Qualcomm Krait, possibilitando resultados melhores em quase todos os tipos de aplicações. A CPU deste smartphone conta com quatro núcleos que trabalham a 1,7 GHz.



Para finalizar, temos o componente usado no Samsung Galaxy S4. Em teoria, julgando apenas as características do dispositivo, este é um processador octa-core. Ainda que os quatro núcleos mais potentes (Cortex-A15) rodem a 1,6 GHz — 100 MHz a menos do que o do chip do HTC One —, temos que nos lembrar dos quatro núcleos extras que podem garantir poder adicional.

GPU e memória RAM


Não há dados concretos que possam provar qual chip gráfico é o mais potente. Além disso, considerando as tantas especificações das GPUs (quantidade de núcleos, memória cache L1 e L2, compatibilidade com OpenGL e OpenVG, resolução de operação e outros), fica bem complicado dizer qual processador de vídeo é o mais avançado.
Em teoria, podemos separar os chips em dois grupos: os Adrenos (presente no Lumia, no BlackBerry e no HTC) e os PowerVR (disponível no iPhone e no Samsung). No primeiro grupo, a GPU mais avançada é a do HTC. A Adreno 320 é uma GPU evoluída presente nos novos chipsets da Qualcomm (o modelo 225 é da geração passada).


No combate Apple vs. Samsung, temos um empate técnico, visto que a GPU é praticamente idêntica, existindo apenas pequenas diferenças de clock. A verdadeira vantagem vai existir no melhor uso do software, mas, por ora, não é possível definir tal aspecto, visto que a versão final do Galaxy S4 não foi lançada oficialmente.
A quantidade de memória RAM é um fator mais simples para ser julgado. Todos esses smartphones trazem módulos semelhantes, portanto a quantidade de memória é o fator fundamental de diferenciação. O iPhone 5 e o Lumia 920 ficam para trás, sendo que os demais produtos não devem ter problemas para trabalhar com uma enorme quantidade de apps.


Você talvez esteja pensando na questão do software. Bom, podemos dizer que o sistema operacional pode influenciar no aproveitamento dos recursos, mas, considerando que estamos tratando de softwares bem evoluídos, não temos dúvidas de que todos conseguem gerenciar (e se beneficiar de) 2 GB de memória sem dificuldades.

A busca da imagem perfeita


Não podemos negar que a Apple revolucionou o mercado de celulares quando lançou sua primeira tela “Retina”. A empresa da Maçã foi a principal responsável por estimular outras companhias a investirem pesado em tecnologias de display. Talvez, esta busca por deixar as imagens mais nítidas tenha sido também um fator que levou a empresa a perder sua coroa.
Em nosso comparativo, o iPhone 5 tem a tela com a menor densidade de pixels. Isso quer dizer que as imagens do aparelho não são tão nítidas quanto as dos concorrentes. O Lumia 920 fica um pouco acima e garante imagens mais nítidas por oferecer resolução um pouco maior.
BlackBerry Z10, por sua vez, conta com um display que tem quase o mesmo tamanho do que vem instalado no aparelho da Apple. A diferença é a resolução maior e, consequentemente, a maior quantidade de pixels em uma mesma região.



Por fim, temos Samsung Galaxy S4 e HTC One brigando pelo posto da tela perfeita. Dessa vez, o HTC One leva a melhor, pois trabalha com resolução Full HD em um display de 4,8 polegadas, enquanto o concorrente perde em densidade de pixels com sua tela avantajada. No fim das contas, todos devem oferecer imagens nítidas, mas o HTC leva vantagem.

Esgotando possibilidades


Para concluir nosso comparativo, queremos colocar alguns pontos em destaque; são eles: armazenamento, câmera, conectividade e bateria. Começando pelo armazenamento, podemos colocar o Galaxy S4 à frente dos concorrentes. Este é o único aparelho da tabela que pode oferecer até 128 GB de espaço (com o uso de um cartão SD).
Não comparando marca de lente e detalhes específicos, também podemos ver que a Samsung caprichou nas lentes do aparelho. Ele é o único que alia uma câmera frontal de 2 MP e uma traseira de 13 MP — isso sem contar que o software da fabricante coreana traz o recurso para filmar e fotografar com as duas lentes simultaneamente. Apesar disso, vale lembrar que o Lumia tem ótimas capacidades com a tecnologia PureView.

Em conectividade, Samsung e HTC empatam com dispositivos que suportam 4G e conexão com o mais recente padrão de redes WiFi (o 802.11 ac). Nesse quesito, o celular da Nokia é o mais fraco, sendo o único a continuar com a versão 3.1 da tecnologia Bluetooth.
Nossa última comparação é a bateria. Aqui, novamente o Galaxy S4 fica na frente. Apesar de a Samsung não ter divulgado a autonomia estimada do componente, podemos ver que ela caprichou na capacidade energética do produto.



Claro, pode ser que nem mesmo com uma bateria dessas ele ofereça a mesma performance de outros modelos, mas, em hardware, o novo top de linha da coreana está à frente. Enfim, queremos reforçar que deixamos alguns aspectos de fora (como o Air Gesture e o Smart Pause do S4) nesta comparação, visto que os concorrentes não contam com essas tecnologias.


Fonte: Tecnomundo


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